Alimento Para a Alma


Receba a Luz...

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Contemple e deixe ir... Despedida...


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Na Natureza os opostos se complementam...

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O que lhe move à ação?

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“Onde quer que a criatividade lhe chame, vá com ela.
É a sua parte mais profunda lhe chamando.”
                                                     

Monge Satoro Kuzan
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NAS CALADAS DA NOITE: O ENCONTRO

Organizado por Rozário Oliveira (em João Pessoa), no diálogo com Marcos Cavalcante (em Fortaleza), Pelo WhatsApp...

Onde a vida se refaz...

O encontro começa com um poema chamado “Sorriso”...
“sorriso gera cura, sorrir faz bem pra alma, pra quebrar a vida dura...”.
O poema remete ao fundamento da Biodança, que convida a evocar nossas possibilidades saudáveis, lembrando-nos que mesmo diante do que nos atormenta e mata, a vida pode florescer quando nos permitimos aceitar a realidade, redescobrindo o “sal que está na própria pele”, renascendo desses gestos despedaçados.
 Isso não é negar a dor, é aceita-la, mas ao invés de se esconder na culpa que a conserva na eternidade em nós, podemos  escolher fazer uma nova história a partir do amor que faz nascer uma flor desse impossível chão. Celebremos a vida!
Autoconsciência...

Celebrar a vida é também enfrentar os momentos de sombra, através de orações e meditações, o que nos leva para perto de Deus e aguça os sentidos fazendo-nos enxergar possibilidades.
Uma das possibilidades é revisitar as bases que sustentam os nossos paradigmas e nos perguntar sobre como eles favorecem a cura e libertação em si e no outro.
Discernir é isso... A perfeita diferença entre o que é, e o que gostaríamos que fosse. O Mito da Caverna de Platão nos ajuda no fortalecimento do paradigma Biocêntrico, no sentido de ressignificar a dor deixada pelo paradigma antropocêntrico.
Nesse mergulho, vamos fazendo ajuste de valores, diagnosticando, fazendo proposições, gerando vida. E surge a alegria interior, que se transforma em dança, em sorrisos, em lágrimas em vivência.
Convidamos poetas, com suas canções para se unir a musicalidade que reside em nós e nos inspira a prosseguir neste caminho de SENTIR verdadeiramente a VIDA.  A música é poderosamente indiscutível, podemos nos sentir unos, é remédio para a alma.


A Música evoca a alma...

A música tem um poder de nos conduzir ao mergulho no ser... “ só quem pode me seguir sou eu...” “são tantas ilusões perdidas na lembrança...” “Hoje só acredito no pulsar das minhas veias...  E aquela luz que havia em cada ponto de partida... Há muito me deixou...”
Esses sentimentos abrem caminhos para permitir que a alegria desabroche através da chama do EU eterno. O verdadeiro, o mais profundo amor que possamos imaginar, chamando-nos a renascer.


A Integração...

A alegria convida-nos a estar de coração aberto as oportunidades de alegrar-nos na vida. Alegria como resposta à vivência da verdade em cada um de nós.
Para que isto ocorra é necessário perdoar-se pelos “gestos insanos”, pelas “rasuras”, pela “traição à lógica dos fatos”. É um convite a “traduzir-se”, “que é uma questão de vida ou morte – será arte?” Claro. A arte de ser. 
A complementaridade entre os opostos é o desafio da existência na busca de se entregar a unidade. Essa é a conspiração da vida. É o mergulho no verdadeiro sentido que faz da alegria uma realidade e não uma fantasia.
A temática da maratona de Biodança “ALEGRIA” – que será realizada em julho de 2015, facilitada por Marcos Cavalcante - é um convite ao salto quântico. E em sintonia com a unidade, ser possível significar com as palavras, o que podemos com elas traduzir o sentir.


A contribuição da Biodança...

A ontologia da Biodança é só isso... Coragem de sentir e renascer dos próprios gestos que na cultura são condicionados e despedaçados em sua verdade espontânea.
A razão é sempre posterior ao sentir. As patologias psicológicas são a inversão dessa ordem. Essa inversão gera a culpa. A culpa nos provoca a necessidade de eliminar o agente perturbador. A Biodança antecipa-se convidando a ser. Essa dança é plena de sentido. É um alinhamento entre o ser e o existir, com liberdade e espontaneidade. Sem culpa. 
A vivência em Biodança gera registros que podem ser apropriados pela subjetividade, transformando-se em um novo fazer cotidiano. Essa vivência nos chama a ser uma resposta adaptativa proativa. É a própria experiência autopoiética. 
Nessa vivência autopoiética, a poesia que desabrocha no encontro, pede-nos “Que a arte nos aponte uma resposta. Mesmo que ela mesma não saiba. E que ninguém a tente complicar. Pois é preciso simplicidade para fazê-la florescer...”
Para que melhor conceito para a dança da vida? Enquanto arte, dançar a vida é também aguçar a escuta.  “... Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda, é apenas o meu jeito de viver o que é amar...” A música e a poesia conduzem ao encontro de almas que estão em sintonia.
  

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2 comentários:

Anônimo disse...

Muito bom!

Conceição disse...

Amei